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Acibalc quer lutar por gestão compartilhada do centro de eventos
Divulgação

Quinta, 5/4/2018 7:44.

O Centro de Eventos de Balneário Camboriú ainda não tem data prevista de inauguração, porque depende da busca por uma verba de cerca de R$ 20 milhões para geradores, mobiliário e ar-condicionado. Mesmo assim, as entidades locais estão se articulando para lutar pelo direito de participar da gestão do empreendimento.

É interesse do Estado licitar a concessão do Centro de Eventos de BC e de Canasvieiras para uma empresa do ramo. O presidente da Associação Empresarial de Balneário Camboriú e Camboriú (Acibalc), Augustos Munchen, conta que sua gestão não acha essa uma boa ideia, considerando que os dois locais são diferentes e possuem características bem distintas.

Nesta semana Munchen se reuniu com o prefeito Fabrício Oliveira para defender uma gestão compartilhada. Ele entende que essa proposta não será fácil de ser aprovada, mas tem como defesa que as entidades locais possam contribuir na captação de eventos, apontando aqueles que tragam benefícios reais para o turismo e economia geral da cidade.

Munchen lembra que essa busca passará pela esfera política e a ideia é construir junto com a prefeitura uma linha de argumentos para apresentar ao governador.

A Acibalc planeja estudar modelos de gestão que seriam benefícios para o município e igualmente para o Estado, sem prejudicar a rentabilidade da empresa vencedora.

Outros assuntos

Na mesma reunião, Acibalc defendeu mais agilidade para a concessão do estacionamento rotativo. Munchen se posicionou por um modelo mais simples, que não onere tanto a empresa vencedora e por consequência seja mais leve para o bolso do usuário e também permita uma maior participação de empresas.

Ele dá como exemplo o modelo (não necessariamente a mesma empresa) de Itajaí que já é usado habitualmente pelos motoristas da região e vem dando certo.

Também aproveitou para defender o projeto da Praça do Cidadão. Ele pede um estudo mais aprofundado sobre os impactos que a instalação da Havan na confluência da Rua Aqueduto com a Avenida do Estado possam causar na mobilidade. Ele pontua que nenhuma empresa deve ter o direito cassado, mas que a área é nobre e a Praça do Cidadão seria um bom projeto.

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Acibalc quer lutar por gestão compartilhada do centro de eventos

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O Centro de Eventos de Balneário Camboriú ainda não tem data prevista de inauguração, porque depende da busca por uma verba de cerca de R$ 20 milhões para geradores, mobiliário e ar-condicionado. Mesmo assim, as entidades locais estão se articulando para lutar pelo direito de participar da gestão do empreendimento.

É interesse do Estado licitar a concessão do Centro de Eventos de BC e de Canasvieiras para uma empresa do ramo. O presidente da Associação Empresarial de Balneário Camboriú e Camboriú (Acibalc), Augustos Munchen, conta que sua gestão não acha essa uma boa ideia, considerando que os dois locais são diferentes e possuem características bem distintas.

Nesta semana Munchen se reuniu com o prefeito Fabrício Oliveira para defender uma gestão compartilhada. Ele entende que essa proposta não será fácil de ser aprovada, mas tem como defesa que as entidades locais possam contribuir na captação de eventos, apontando aqueles que tragam benefícios reais para o turismo e economia geral da cidade.

Munchen lembra que essa busca passará pela esfera política e a ideia é construir junto com a prefeitura uma linha de argumentos para apresentar ao governador.

A Acibalc planeja estudar modelos de gestão que seriam benefícios para o município e igualmente para o Estado, sem prejudicar a rentabilidade da empresa vencedora.

Outros assuntos

Na mesma reunião, Acibalc defendeu mais agilidade para a concessão do estacionamento rotativo. Munchen se posicionou por um modelo mais simples, que não onere tanto a empresa vencedora e por consequência seja mais leve para o bolso do usuário e também permita uma maior participação de empresas.

Ele dá como exemplo o modelo (não necessariamente a mesma empresa) de Itajaí que já é usado habitualmente pelos motoristas da região e vem dando certo.

Também aproveitou para defender o projeto da Praça do Cidadão. Ele pede um estudo mais aprofundado sobre os impactos que a instalação da Havan na confluência da Rua Aqueduto com a Avenida do Estado possam causar na mobilidade. Ele pontua que nenhuma empresa deve ter o direito cassado, mas que a área é nobre e a Praça do Cidadão seria um bom projeto.

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