Jornal Página 3

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Pontos centrais da cidade precisam mais atenção por parte da prefeitura
Marlise Schneider Cezar
Desorganização marca a área central da cidade.

Quarta, 14/2/2018 10:36.

Praça Tamandaré e Calçadão da Central são os pontos mais frequentados de Balneário Camboriú, depois da praia central. O fluxo de turistas é intenso, mas como espaços urbanos parecem desvalorizados e desorganizados.

No Mapa Temático construído pelo atual governo, ainda em campanha, projetando uma nova Balneário Camboriú para 2030, esta área central prevê muitas mudanças.

Requalificar toda área, transformar ruas em calçadões, revitalizar a avenida Brasil e mudar a cara dos calçadões e da praça mais importante da praia estão nos planos, sem falar no alargamento da praia.

Enquanto os planos não saem do papel, seria interessante a prefeitura organizar estes espaços urbanos com mais vigor.

Na terça-feira de Carnaval, a reportagem circulou pelo Calçadão da Central e praça Tamandaré.

Em meio a um fluxo intenso de turistas no Calçadão a presença de vários indígenas, indicando que a tentativa da prefeitura em organizar esses grupos na temporada em locais específicos, como as praças da Cultura e a Higino Pio, não deu certo mais uma vez.

Houve reuniões preliminares entre a Fundação Cultural e a secretaria de Inclusão Social com os chefes das tribos que resultaram em um acordo, publicado em novembro, que os índios ficariam na Praça Indígena, mas isso não aconteceu.

Desde o início da temporada eles estão espalhados nos lugares de maior movimento, em frente ao Atlântico Shopping, em pontos da avenida Brasil e no Calçadão da Central.

Não há sincronia entre os pontos de venda. Alguns colocam seus artesanatos sobre panos no chão. Outros vendem bijouterias sobre cavaletes, outros seguram seus produtos na mão e vão oferecendo a quem passa. Mas o mais comum é ver mulheres sentadas no chão segurando crianças de colo.

Outra novidade neste verão é um grupo de crianças indígenas cantando no Calçadão, acompanhadas por um violão.

Além deles tinha uma dupla sertaneja e um artista que chamava atenção com sua habilidade com o jato de spray.

Havia mesas de bares lotadas e bares com mesas vazias, apesar de muitas promoções anunciadas.

Na praça Tamandaré, os bancos em círculo todos ocupados. Muita gente circulando, às vezes é preciso driblar com skatistas que saem da ciclovia e ‘cortam’ caminho pela praça. Tem várias mesas de dominó e ao lado, diversos comerciantes vendendo cerveja em grandes caixas de isopor. 

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade



Geral

20 são em uma lojas de fast food Burguer King  


Justiça

Acusado diz que falará primeiro com seu advogado antes de se manifestar. Ele foi penalizado com advertência.


Cidade

Esta é uma das últimas etapas para obtenção da Bandeira Azul


Cidade

Lei municipal que favorecia os consumidores foi derrubada pelo Supremo 


Publicidade


Publicidade


Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade

Página 3

Pontos centrais da cidade precisam mais atenção por parte da prefeitura

Marlise Schneider Cezar
Desorganização marca a área central da cidade.
Desorganização marca a área central da cidade.

Praça Tamandaré e Calçadão da Central são os pontos mais frequentados de Balneário Camboriú, depois da praia central. O fluxo de turistas é intenso, mas como espaços urbanos parecem desvalorizados e desorganizados.

No Mapa Temático construído pelo atual governo, ainda em campanha, projetando uma nova Balneário Camboriú para 2030, esta área central prevê muitas mudanças.

Requalificar toda área, transformar ruas em calçadões, revitalizar a avenida Brasil e mudar a cara dos calçadões e da praça mais importante da praia estão nos planos, sem falar no alargamento da praia.

Enquanto os planos não saem do papel, seria interessante a prefeitura organizar estes espaços urbanos com mais vigor.

Na terça-feira de Carnaval, a reportagem circulou pelo Calçadão da Central e praça Tamandaré.

Em meio a um fluxo intenso de turistas no Calçadão a presença de vários indígenas, indicando que a tentativa da prefeitura em organizar esses grupos na temporada em locais específicos, como as praças da Cultura e a Higino Pio, não deu certo mais uma vez.

Houve reuniões preliminares entre a Fundação Cultural e a secretaria de Inclusão Social com os chefes das tribos que resultaram em um acordo, publicado em novembro, que os índios ficariam na Praça Indígena, mas isso não aconteceu.

Desde o início da temporada eles estão espalhados nos lugares de maior movimento, em frente ao Atlântico Shopping, em pontos da avenida Brasil e no Calçadão da Central.

Não há sincronia entre os pontos de venda. Alguns colocam seus artesanatos sobre panos no chão. Outros vendem bijouterias sobre cavaletes, outros seguram seus produtos na mão e vão oferecendo a quem passa. Mas o mais comum é ver mulheres sentadas no chão segurando crianças de colo.

Outra novidade neste verão é um grupo de crianças indígenas cantando no Calçadão, acompanhadas por um violão.

Além deles tinha uma dupla sertaneja e um artista que chamava atenção com sua habilidade com o jato de spray.

Havia mesas de bares lotadas e bares com mesas vazias, apesar de muitas promoções anunciadas.

Na praça Tamandaré, os bancos em círculo todos ocupados. Muita gente circulando, às vezes é preciso driblar com skatistas que saem da ciclovia e ‘cortam’ caminho pela praça. Tem várias mesas de dominó e ao lado, diversos comerciantes vendendo cerveja em grandes caixas de isopor. 

Publicidade

Publicidade