Jornal Página 3

CDL volta a defender Praça do Cidadão onde a Havan que se instalar
Arqui Polis.
O desenho da Praça do Cidadão apresentado em 2015.
O desenho da Praça do Cidadão apresentado em 2015.

Quarta, 7/2/2018 15:43.

Em reunião realizada na manhã de hoje na sede da Câmara de Dirigentes Lojistas, com a presença de lideranças empresariais, comunitárias e políticas, a entidade voltou a defender que no local onde a Havan deseja instalar sua segunda loja na cidade seja feita também a Praça do Cidadão.

Essa praça, já discutida desde 2015 e abandonada pelo Conselho da Cidade, teria um prédio para o gabinete do prefeito e outras secretarias, além de edifícios de interesse do proprietário do terreno para um centro comercial e empresarial.

Ficou nítido na reunião que parte dos comerciantes não quer a Havan porque é uma empresa “arrasa-quarteirão”, altamente competitiva em publicidade e preços.

A Havan costuma enfrentar a mesma resistência em diversas cidades porque os concorrentes sabem que é poderosa.

Nesse cenário a Praça do Cidadão parece ter sido um argumento ressuscitado para dificultar a implantação da Havan.

O projeto está em discussão no Conselho da Cidade e a representante do comércio, Eliane Colla, presidente da CDL, pediu vista para emitir um parecer.

Ela é suplente do Conselho e o titular Hélio Dagnoni, presidente do Sindilojas, disse ao Página 3 que vê com simpatia a Praça do Cidadão, mas não a tentativa de evitar que a Havan ou qualquer outra empresa se instale na cidade porque a competição precisa ser aberta e todas as tentativas para atrapalhar concorrentes no passado fracassaram.

A Praça do Cidadão parece inviável, salvo se construída pela iniciativa privada ou através de uma Operação Urbana Consorciada porque a prefeitura não tem recursos para desapropriar o terreno e fazer o prédio.

De qualquer forma pela legislação municipal são assuntos separados, a Havan ou qualquer outra empresa tem o direito, desde que cumpra com o que está previsto em lei, de instalar na cidade quantas lojas quiser.

A empresa aceitou uma série de medidas compensatórias e mitigatórias impostas pela comissão de Impacto de Vizinhança da prefeitura e também deverá pagar aos cofres públicos algo entre R$ 150 mil e R$ 450 mil como compensação.

O valor ainda não está definido porque o projeto que definirá os valores de EIV aguarda aprovação na Câmara de Vereadores.

Diversas empresas que tiveram projetos aprovados no último ano também aguardam essa definição para pagar a compensação 

O texto estabelece compensação entre 0,5% e 1,5% do valor da obra que no caso da Havan gira em torno de R 30.000 milhões.

A reportagem do Página 3 pediu uma declaração do prefeito a respeito da celeuma, mas até o momento dessa publicação ele não se manifestou.


Publicidade


Colunistas
Policia

Batida policial aconteceu em edifício de luxo na Avenida Atlântica


Geral

Os dois faleceram praticamente na mesma hora


Seu Dinheiro

Reajuste de 3,9% corresponde à inflação dos últimos 12 mses


Cidade

O clima esquentou e os promotores da reunião preferiram cancelá-la.  


Esportes

Veja quem pode participar


Policia

Vítima deve ser transferida para outro hospital


Educação

Eleição apertada conduz mestre e doutor em química à direção daquela universidade  


Policia

Jovem de 23 anos perdeu a vida