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O que mudou em Balneário Camboriú cinco anos após os Protestos de Junho

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Daniele Sisnandes/Arquivo JP3

Segunda, 18/6/2018 14:56.

Nesta segunda-feira, 18 de junho, faz cinco anos desde o primeiro ato público em Balneário Camboriú dos Protestos de Junho, também chamados de Jornadas de Junho e Manifestações de Junho.

As manifestações começaram com o Movimento Passe Livre, que contestou o aumento de R$ 0,20 nos preços do transporte público, primeiro em São Paulo, e depois em outras cidades. A pauta foi se tornando difusa com o surgimento de grupos locais de incentivo aos atos públicos.

Balneário Camboriú foi palco de grandes protestos do Estado, primeiramente em 18 e depois em 21 de junho, em atos que foram marcantes pela quantidade de participantes e poder de propagação através das redes sociais.

Nas ruas as críticas e protestos eram variados, mas um movimento local se organizou e criou uma pauta “oficial”, que extrapolou a questão dos transportes e pediu melhorias na mobilidade e até transparência. Na prática, poucos itens foram cumpridos.

Veja abaixo o que mudou desde os protestos de junho de 2013:

Criação imediata da comissão para discutir a lei de mobilidade urbana municipal, e cumprimento da lei de mobilidade urbana nacional (lei nº 12587/2012); Nota da redação: Balneário Camboriú ficou de fora da criação dos planos de mobilidade dos municípios da AMFRI na gestão anterior. O município está agora começando a definir o seu plano.

Definição de datas e finalização de obras já iniciadas e não finalizadas, tais como: Avenida das Flores com mão dupla provisória há mais de 6 (seis) meses;

Guarda Municipal nos bairros, conforme determina a lei;

Melhoria do programa “estratégia de saúde da família”;

Melhoria no atendimento do Hospital Ruth Cardoso;

O que não mudou:

Reavaliação do contrato do Bondindinho, readequação de trajeto (atualmente, pagamos por meio circuito e não o circuito completo), readequação do valor de passagem e verificação de segurança dos usuários, pois em transporte turístico não se pode transportar passageiros em pé.

Reavaliação e melhoria do transporte público municipal, e redução no valor das passagens, com sistema integrado;

Criação imediata de faixas exclusivas para o transporte público municipal;

Definição de data e trajetos para implantação de ciclovias e não de ciclofaixas ou calçadas compartilhadas;

Implementação de aparelhos públicos (praças, parques, etc) em áreas já previamente reservadas desde 2006;

Proibição de venda de espaço público;

Retorno da Estrada da Rainha ao mais próximo possível do que era antes de iniciar a obra privada, com a total reparação da Mata Atlântica;

Melhoria e definição de responsabilidade nas condições dos passeios públicos;

Readequação de sistema de marcação de consultas, utilizando sistema de informação via internet e telefone, para que o morador não tenha que acordar às 2h da manhã para enfrentar filas em postos de saúde; Nota da Redação: a reportagem apurou que o governo atual estuda mudanças no agendamento de consultas.

Transparência efetiva em todas as ações no governo;

Disponibilização de cópia integral do processo licitatório, aditivos e pagamentos efetuados da passarela da barra, para encaminhamento ao tribunal de contas e ministério público estadual;

Exoneração sumária de todos os cargos comissionados condenados pela Justiça, mesmo que só em 1ª instância, bem como a não participação em qualquer conselho municipal;

Extinção do posto de informações turísticas privado da Praça Almirante Tamandaré, e construção de posto municipal em padrões internacionais.


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