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Construtores querem mais agilidade da prefeitura e da Câmara

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Quarta, 14/3/2018 9:59.

Em reunião realizada onde no Sinduscon o prefeito Fabrício Oliveira escutou dos construtores que é necessária mais agilidade em obras que valorizem a cidade e na forma de tramitação dos projetos de construção.

Executivo e Legislativo têm um ritmo incompatível com a necessidade de desenvolvimento econômico.

Por exemplo, o projeto de lei que define os Estudos de Impacto de Vizinhança (EIV) após um ano de estudos foi para a Câmara de Vereadores e está lá desde 29 de janeiro, no momento em diligência.

Aprovar um empreendimento em Balneário Camboriú se transformou numa corrida de obstáculos que inicia pelo Conselho da Cidade, vai à Câmara de Vereadores, à prefeitura, novamente ao Conselho e mais uma vez pela Câmara.

Sendo otimista, o prazo para tudo isso é no mínimo um ano o que afastas os investidores e dificulta o planejamento das empresas.

A posição de alguns construtores é que não cabe à Câmara aprovar obras, isso é função do Executivo.

No projeto do EIV está previsto que os vereadores deixem de analisar obras, mas há resistências entre eles e até a intenção de decidirem onde seriam aplicados os recursos arrecadados.

Obras públicas

Os construtores cobraram do prefeito também o alargamento da praia central cuja primeira licença ambiental parece prestes a sair e melhorias na rede de esgoto da zona norte que estaria com sua capacidade esgotada.

“O pessoal quer obras que valorizem a cidade porque isso valoriza também os imóveis” resumiu o presidente do Sinduscon, Nelson Nitz.

Adicionais construtivos

Outra reivindicação dos empresários é mudança nos adicionais construtivos que hoje são pagos 50% no ato e o saldo em 12 parcelas.

Com o mercado imobiliário deprimido em decorrência da crise econômica os construtores propuseram entrada de 20% e saldo em 24 ou 36 meses. Isso depende de mudança na legislação.

 


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