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Fundação Cultural planeja grande mural para a fachada do Teatro
Reprodução
Um esboço de como ficará a fachada.

Quarta, 29/11/2017 11:28.

Balneário Camboriú é uma cidade tomada pelo concreto e apesar das dificuldades financeiras, a Fundação Cultural vem lutando para levar cor e movimento aos espaços públicos. Entre os projetos em andamento do setor estão transformar a fachada do Teatro Municipal em mural e revitalizar o Beco do Brooklin.

Muralismo

O presidente da Fundação Cultural (FCBC) George Varela não quer que isso se torne um rótulo, mas o muralismo é uma das tendências que a FCBC quer explorar mais na cidade.

A novidade é o projeto de transformar os espaços de alvenaria do Teatro Municipal em um grande mural assinado pelo artista Tom Veiga, com referência à botânica e ao mar, para representar a cidade e o litoral.

Tom foi escolhido por sua arte ter uma temática universal e decorativa e pela conexão com o Estado e a cidade.

Curitibano radicado em Garopaba, Tom Veiga é um apaixonado por Balneário. Designer e artista plástico, seu trabalho é marcado pelas cores fortes e inspiração nas ondas, o que lhe rendeu fama mundial e trabalhos com grandes marcas como Mormaii, Reef e Billabong.

Como o Teatro já apresentava necessidade de reforma, a Fundação resolveu aproveitar o ensejo para promover a arte.

“Optamos por colocar esse mural nos quatro espaços de alvenaria do teatro, porque esse custo se amortiza pela reforma que já vai ter. Isso é estratégico, porque muitas pessoas passam aqui na frente e não despertam para o que tem aqui. Como não é só o Teatro, tem administração da FCBC e Galeria de Arte, vale a pena trazer uma representação das artes visuais”, defendeu o presidente.

A escolha de um artista de fora é estratégica. “É importante se conseguíssemos ter artistas de outras partes da América do Sul. É complicado, mas temos que despertar essa vocação com um espaço fértil na cidade”, justifica Varela.

O diretor administrativo e financeiro da FCBC, William Goulart, adiantou que o custo ficará entre R$ 8 mil e R$ 15 mil, isso incluindo dois ajudantes e contrapartidas como workshop e uma exposição. A contratação será feita por inexigibilidade licitatória.

Apesar das contas apertadas, a expectativa é que os trâmites sejam concluídos ainda esse ano e que os trabalhos comecem logo em seguida.

Brooklin também

Não tão popular como o Teatro, o Beco do Brooklin é um espaço de conexão importante: a alameda que liga a Avenida Brasil à Avenida Atlântica, na altura da Rua 1100.

O local está totalmente abandonado e tomado pelo vandalismo, mas a ideia é criar uma nova dinâmica, um novo lugar que una mobilidade urbana e arte.

Segundo a FCBC, o projeto é revitalizar a alameda, em parceria com outras secretarias para melhorar iluminação e segurança. Depois disso, a intenção é abrir o espaço, mediante autorização, para grafiteiros voluntários.

Os trabalhos no Beco do Brooklin estão sendo conduzidos pela Câmara Setorial de Artes de Visuais de Balneário Camboriú.

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Fundação Cultural planeja grande mural para a fachada do Teatro

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Um esboço de como ficará a fachada.
Um esboço de como ficará a fachada.

Balneário Camboriú é uma cidade tomada pelo concreto e apesar das dificuldades financeiras, a Fundação Cultural vem lutando para levar cor e movimento aos espaços públicos. Entre os projetos em andamento do setor estão transformar a fachada do Teatro Municipal em mural e revitalizar o Beco do Brooklin.

Muralismo

O presidente da Fundação Cultural (FCBC) George Varela não quer que isso se torne um rótulo, mas o muralismo é uma das tendências que a FCBC quer explorar mais na cidade.

A novidade é o projeto de transformar os espaços de alvenaria do Teatro Municipal em um grande mural assinado pelo artista Tom Veiga, com referência à botânica e ao mar, para representar a cidade e o litoral.

Tom foi escolhido por sua arte ter uma temática universal e decorativa e pela conexão com o Estado e a cidade.

Curitibano radicado em Garopaba, Tom Veiga é um apaixonado por Balneário. Designer e artista plástico, seu trabalho é marcado pelas cores fortes e inspiração nas ondas, o que lhe rendeu fama mundial e trabalhos com grandes marcas como Mormaii, Reef e Billabong.

Como o Teatro já apresentava necessidade de reforma, a Fundação resolveu aproveitar o ensejo para promover a arte.

“Optamos por colocar esse mural nos quatro espaços de alvenaria do teatro, porque esse custo se amortiza pela reforma que já vai ter. Isso é estratégico, porque muitas pessoas passam aqui na frente e não despertam para o que tem aqui. Como não é só o Teatro, tem administração da FCBC e Galeria de Arte, vale a pena trazer uma representação das artes visuais”, defendeu o presidente.

A escolha de um artista de fora é estratégica. “É importante se conseguíssemos ter artistas de outras partes da América do Sul. É complicado, mas temos que despertar essa vocação com um espaço fértil na cidade”, justifica Varela.

O diretor administrativo e financeiro da FCBC, William Goulart, adiantou que o custo ficará entre R$ 8 mil e R$ 15 mil, isso incluindo dois ajudantes e contrapartidas como workshop e uma exposição. A contratação será feita por inexigibilidade licitatória.

Apesar das contas apertadas, a expectativa é que os trâmites sejam concluídos ainda esse ano e que os trabalhos comecem logo em seguida.

Brooklin também

Não tão popular como o Teatro, o Beco do Brooklin é um espaço de conexão importante: a alameda que liga a Avenida Brasil à Avenida Atlântica, na altura da Rua 1100.

O local está totalmente abandonado e tomado pelo vandalismo, mas a ideia é criar uma nova dinâmica, um novo lugar que una mobilidade urbana e arte.

Segundo a FCBC, o projeto é revitalizar a alameda, em parceria com outras secretarias para melhorar iluminação e segurança. Depois disso, a intenção é abrir o espaço, mediante autorização, para grafiteiros voluntários.

Os trabalhos no Beco do Brooklin estão sendo conduzidos pela Câmara Setorial de Artes de Visuais de Balneário Camboriú.

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