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Piso do magistério terá aumento de 6,81% em 2018

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Quinta, 28/12/2017 15:31.

(FOLHAPRESS/JP3) - O ministro da Educação, Mendonça Filho, assinou na quinta-feira (28) a portaria que estabelece um aumento de 6,81% para o piso salarial dos professores para 2018.

O reajuste anunciado segue a Lei do Piso, que estabelece a atualização anual do piso nacional do magistério, sempre a partir de janeiro. As informações são da Agência Brasil.

Segundo o MEC, por estar acima do índice de inflação previsto para este ano, o piso nacional do magistério terá um ganho real de 3,9% e um salário de R$ 2.455,35, para jornada de 40 horas semanais.

Nos últimos dois anos, os professores tiveram um ganho real de 5,22%, o que corresponde a R$ 124,96, de acordo com a pasta.

Para o presidente da CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação), Heleno Araújo, o percentual está dentro do esperado, pois foi calculado de acordo com o mecanismo já utilizado nos últimos anos.

No entanto, ele alerta para o fato de que faltam dois anos para o cumprimento da meta 17 do Plano Nacional de Educação, que estabelece que até 2020 o salário médio dos professores deve ser equiparado com o salário médio de outras profissões.

"Vai precisar de um esforço maior do MEC, junto com estados e municípios para que essa meta seja alcançada até 2020", disse Araújo à reportagem.

O piso salarial dos docentes é reajustado anualmente, seguindo as regras da Lei 11.738/2008, a chamada Lei do Piso, que define o mínimo a ser pago a profissionais em início de carreira, com formação de nível médio e carga horária de 40 horas semanais.

O critério adotado para o reajuste desde 2009 tem como referência o índice de crescimento do valor mínimo por aluno ao ano do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação). 

Em Balneário Camboriú

O reajuste do magistério é mais do dobro que os 2,80% que receberão os outros servidores em Balneário Camboriú.

Essa diferença vem ocorrendo há vários anos, desde que os salários dos professores passaram a ser balizados pelo Fundeb.

Professores são sempre numerosos em prefeituras, em muitos casos constituem a maior classe profissional e um reajuste maior para eles do que os índices que corrigem a arrecadação dos municípios tem provocado reclamações generalizadas por parte de prefeitos.

Por outro lado é a correção de um erro histórico, o hábito dos políticos tratarem os educadores e a educação como supérfluos.
 

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