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Henrique Meirelles tem potencial para ir ao segundo turno, avalia instituto

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Alessandro Buzas.

Terça, 10/4/2018 15:28.

FLAVIA LIMA
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Henrique Meirelles, que deixou o ministério da Fazenda para se filiar ao MDB e concorrer as eleições, pode chegar aos 15% de votos, portanto, com potencial para ir ao segundo turno, disse nesta terça (10) Renato Meirelles, da consultoria Locomotiva Pesquisa e Estratégia.

"Se ele virar candidato do MDB com um terço do tempo de tevê pode ir ao segundo turno, graças à narrativa de que, quando os políticos fazem besteira, ele assume", disse o consultor em evento do Itaú.

Para Renato Meirelles, a figura do especialista, que foi ministro de Michel Temer e também presidente do Banco Central de Lula, mais o largo tempo de TV podem favorecer o ex-ministro.

Manoel Fernandes, da Bites Consultoria, discordou e disse que não haveria tempo suficiente para Meirelles se apropriar dos feitos dos últimos dois anos na economia. Para ele, o desemprego ainda alto a a percepção das pessoas de que o dia a dia não mudou também atrapalhariam.

Para Renato Meirelles, está claro que a demanda do eleitor é por alguém de fora da política (outsider), e, nesse sentido, o nome forte seria o do apresentador Luciano Huck e seu discurso de empoderamento dos pobres.

Sem Huck, Joaquim Barbosa é outro que sai fortalecido como alguém radicalmente contra a corrupção e com trajetória de quem veio de baixo, embora seu gênio forte, avalia, atrapalhe.

"Ele tem uma capacidade gigantesca de dar tiro no pé, como Ciro Gomes e Jair Bolsonaro", disse Renato Meirelles.

João Doria, candidato ao governo de São Paulo, é exemplo de efemeridade nas mídias sociais, disse. "Já
Flavio Rocha, se não caísse no conto do vigário do MBL, poderia somar a ideia de empresário".

DESCRENÇA

O que une os brasileiros hoje, disse Renato Meirelles, é a total descrença na classe política em fazer o Estado funcionar.

Ele prevê dois candidatos com cerca de 20% dos votos no segundo turno, o que significa que as chances são grandes de o presidente eleito ter que lidar com a desconfiança de dois terços dos eleitores. 


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