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Presidente do sindicato dos servidores oficiou ao prefeito em defesa do seu próprio salário

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Divulgação Sindicato.

Quarta, 6/6/2018 15:23.

O Sindicato dos Servidores Municipais de Balneário Camboriú enviou no último dia 23 ao prefeito Fabrício Oliveira ofício solicitando “enérgica e imediata providência” sobre a decisão de suspender parte da remuneração do procurador Valdir Lolli.

O ofício foi assinado pelo próprio Valdir Lolli, presidente, além de Antônio Moacir da Andrade, diretor de esporte e cultura daquela entidade.

Lolli protesta contra o fato que foi suspenso do seu salário em maio o valor de R$ 5.043,35, referentes a honorários de sucumbência.

Esses honorários, são recebidos por todos os procuradores (advogados) da prefeitura, mas no caso de Lolli foram suspensos a pedido de oito dos seus colegas que entendem que estando ele afastado da função por presidir o sindicato, não atua nos processos e não teria direito a receber.

Provocado pelos colegas de Lolli, o procurador geral do município, José Galvani Alberton, deu parecer alegando que a lei municipal e a jurisprudência estabelecem que para receber os honorários de sucumbência o advogado da prefeitura deve estar no exercício da função.

Lolli tem prazo para contestar e também poderá recorrer à justiça se entender que seus direitos foram prejudicados.

Servidor desde 1992, o presidente do sindicato tem um dos salários mais altos da prefeitura. Nos últimos seis meses, incluindo 13º Salário, recebeu quase R$ 222 mil, um ganho médio mensal de R$ 37.000,00.

GREVE

Em 28 de maio, cinco dias após enviar o ofício ao prefeito, Lolli comandou uma assembleia de servidores com pauta de reinvindicações contendo mais de 80 itens onde foi proposto iniciar greve.

Um dos principais pontos da reivindicação é aumentar o cartão alimentação que hoje é de R$ 335,46 e pago a 2.611 servidores. Outros 3.359, com salários maiores, não recebem o benefício.

Há três propostas em estudo e todas com enorme impacto nas despesas de pessoal da prefeitura que já são mais de 50% da Receita Corrente Líquida.

Numa das propostas todos receberiam R$ 335,46 e isso custaria R$ 13,5 milhões a mais por ano ao cofre público.

A segunda proposta é os que já recebem serem aumentados para R$ 500,00 por mês e os demais passarem a receber R$ 250,00. O impacto anual seria de R$ 15,2 milhões.

A terceira alternativa seria todos receberem R$ 500,00, onerando o cofre público em mais R$ 23,3 milhões.

A maioria não quis fazer greve na reunião de 28 de maio e nova assembleia para deliberar sobre o assunto acontecerá na próxima segunda-feira.
 


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