Jornal Página 3

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Quatro vereadores denunciados na Operação 30 Graus
Arquivo Página 3.
Linha verde era o limite antes e a vermelha como ficou após a mudança na lei que favorecia o dono do terreno.

Sexta, 9/2/2018 8:48.

A justiça de Balneário Camboriú aceitou a denúncia por corrupção formulada pelo Ministério Público (MP) contra os vereadores Nilson Probst, Asinil Medeiros, Roberto de Souza Júnior e Elizeu Pereira.

Antes deles os ex-vereadores Orlando Angioletti e Claudir Maciel, além do advogado Roberto Antônio de Souza (pai do vereador Roberto Souza Jr.) já eram réus.

O fato da justiça aceitar a denúncia não constitui prova de culpa e sim que os fatos apresentados pelo MP merecem ser analisados e julgados.

A acusação afirma que alterações em leis municipais foram realizadas em troca de propinas e cita o caso de um terreno que interessava ao empresário Jorge Caseca.

Também inclui outro terreno na Interpraias onde um proprietário queria mudar o limite de declividade previsto na legislação para fazer um loteamento. Foi isso que deu o nome "30 Graus" à operação 

Quando noticiou os fatos em maio do ano passado o Página 3 informou que as provas contra o vereador Probst e os ex-vereadores Claudir e Angioletti, no terreno do Caseca, eram frágeis, se limitavam a “conversas de bar”.

Já no terreno da Interpraias, há diálogos telefônicos entre o vereador Asinil, o dono do terreno e o vereador Roberto Souza Jr. que precisam ser esclarecidos.

Outro indício levado em conta pelo MP é que o pai do vereador Roberto, na ocasião, passou a advogar para o dono do imóvel.

Todos os acusados se declararam inocentes.

A íntegra da denúncia do MP pode ser lida aqui. 

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Geral

20 são em uma rede de fast food Burguer King  


Justiça

Acusado diz que falará primeiro com seu advogado antes de se manifestar. Ele foi penalizado com advertência.


Cidade

Esta é uma das últimas etapas para obtenção da Bandeira Azul


Cidade

Lei municipal que favorecia os consumidores foi derrubada pelo Supremo 


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Página 3

Quatro vereadores denunciados na Operação 30 Graus

Arquivo Página 3.
Linha verde era o limite antes e a vermelha como ficou após a mudança na lei que favorecia o dono do terreno.
Linha verde era o limite antes e a vermelha como ficou após a mudança na lei que favorecia o dono do terreno.

A justiça de Balneário Camboriú aceitou a denúncia por corrupção formulada pelo Ministério Público (MP) contra os vereadores Nilson Probst, Asinil Medeiros, Roberto de Souza Júnior e Elizeu Pereira.

Antes deles os ex-vereadores Orlando Angioletti e Claudir Maciel, além do advogado Roberto Antônio de Souza (pai do vereador Roberto Souza Jr.) já eram réus.

O fato da justiça aceitar a denúncia não constitui prova de culpa e sim que os fatos apresentados pelo MP merecem ser analisados e julgados.

A acusação afirma que alterações em leis municipais foram realizadas em troca de propinas e cita o caso de um terreno que interessava ao empresário Jorge Caseca.

Também inclui outro terreno na Interpraias onde um proprietário queria mudar o limite de declividade previsto na legislação para fazer um loteamento. Foi isso que deu o nome "30 Graus" à operação 

Quando noticiou os fatos em maio do ano passado o Página 3 informou que as provas contra o vereador Probst e os ex-vereadores Claudir e Angioletti, no terreno do Caseca, eram frágeis, se limitavam a “conversas de bar”.

Já no terreno da Interpraias, há diálogos telefônicos entre o vereador Asinil, o dono do terreno e o vereador Roberto Souza Jr. que precisam ser esclarecidos.

Outro indício levado em conta pelo MP é que o pai do vereador Roberto, na ocasião, passou a advogar para o dono do imóvel.

Todos os acusados se declararam inocentes.

A íntegra da denúncia do MP pode ser lida aqui. 

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