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Juiz converte temporária em preventiva e mantém “Verinha” na cadeia

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Divulgação

Sexta, 8/6/2018 10:43.

O juiz Augusto Cesar Allet Aguiar, da 1ª Vara Criminal de Itajaí, determinou ontem à tarde que a despachante Vera Lúcia da Luz, acusada de matar o engenheiro Sérgio Renato Silva, deve ficar presa por tempo indeterminado.

Ela estava presa temporariamente por 30 dias, prazo que encerraria à meia noite de ontem e o juiz converteu sua prisão em preventiva.

Há provas robustas que processos de construção despachados por Verinha na prefeitura de Balneário Camboriú foram fraudados.

Sérgio Renato, à época responsável pelo setor de projetos na prefeitura, investigava essas fraudes e por isso, segundo os investigadores do Grupo Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ele foi morto a mando de “Verinha”.

Em sua decisão de ontem o magistrado destacou parecer crível que Vera se sentiu encurralada pela vítima que estava descortinando as suas práticas relativas à falsificação de documentos imobiliários por ela despachados e em razão disso contratou Celso Machado para executar o homicídio, pagando a ele a quantia de R$ 30 mil antes dele ser preso e prometendo a Celso e a Paulo Faustino (um dos delatores às autoridades) mais R$ 200 mil para que não revelassem seu envolvimento no crime.

Os próximos passos são o juiz tomar depoimentos dos envolvidos e emitir ou não sentença de pronúncia. Caso emita, os envolvidos irão a julgamento em júri popular.

O advogado da despachante, Guilherme Gottardi, disse que sua cliente é inocente e provará isso.


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