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“Verinha” pode elucidar sobre suposta quadrilha que atuava na prefeitura

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Reproduções autorizadas de Night & Cia.
Verinha, em evento social.
Verinha, em evento social.

Sexta, 11/5/2018 8:53.

A despachante Vera Lúcia da Luz, a “Verinha”, presa ontem pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado, GAECO, acusada de envolvimento na morte do engenheiro Sérgio Renato Silva, parece ser uma espécie de arquivo vivo dos fatos que ocorreram na prefeitura de Balneário Camboriú nos últimos anos.

Sérgio Renato cuidava da aprovação de projetos de construção e foi morto após descobrir que sua assinatura havia sido falsificada em documentos da Secretaria do Planejamento.

“Verinha” foi presa após um dos acusados de contratar os matadores de Sérgio Renato Silva, que estava na cadeia, colaborar com os investigadores.

Com três décadas prestando serviços de interesse dos empresários, a despachante conhecia os caminhos na prefeitura para resolver os problemas.

Os fatos envolvendo a Secretaria do Planejamento da prefeitura foram apurados em duas auditorias (uma interna e outra do Tribunal de Contas) e numa CPI da Câmara de Vereadores ainda em andamento.

Juntando as pontas o GAECO concluiu pela existência de uma organização criminosa que praticou “inúmeros crimes”.

Sérgio Renato foi morto, segundo o GAECO, porque estava prestes a descobrir e revelar as atividades dessa organização.

Pelo que foi apurado até agora parece claro que essas atividades criminosas não poderiam ter sido bem sucedidas sem a participação de funcionários de diversos setores da prefeitura, pessoas que fraudavam vistorias em obras, documentos internos no Planejamento e nos bancos de dados da Secretaria da Fazenda.

Um funcionário da prefeitura em depoimento à CPI disse que “Verinha” tinha amplo acesso ao setor de licenciamento de projetos, inclusive usando computadores do município.

O foco de alguns desses depoimentos eram alvarás de construção falsificados e o sumiço do livro de protocolo dos Habite-se emitidos que ficava sob guarda de um dos depoentes.

O alvará falsificado que despertou mais atenção dos integrantes da CPI é o do edifício Essence Residence da construtora Prime Brasil, porque a empresa obteve o documento irregularmente e também houve fraude no sistema de computadores dando como quitados adicionais construtivos que não foram pagos.

O gerente administrativo da Prime Brasil Construtora, Alexandre Schmit, disse à reportagem na manhã de hoje (11) não proceder o boato que a empresa sofreu busca e apreensão ontem por parte do Gaeco.

O Página 3 apurou que “Verinha” nega participação em qualquer ilicitude, mas ela ficará presa pelo menos 30 dias e com o tempo poderá mudar o discurso, como ocorreu com outros acusados.

Além da detenção da despachante, foram emitidos ontem mandados de busca e apreensão para três residência e uma construtora.


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