Jornal Página 3

Publicidade

Publicidade

Votação do EIV adiada define melhor a base de apoio ao governo Fabrício

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Divulgação CVBC

Quinta, 5/4/2018 15:27.

O projeto que regulamenta os Estudos de Impacto de Vizinhança (EIV) em Balneário Camboriú não foi votado ontem (5) na Câmara de Vereadores em decorrência de debate em plenário entre os que defendiam resolver o assunto imediatamente e os que queriam adiar para a próxima terça-feira.

Posta em votação a divergência, venceu o adiamento, o que ajudou a deixar mais claro quem apoia ou não o governo.

Um dia antes o prefeito Fabrício Oliveira fez uma reunião com a base de apoio para definir o que era de interesse ou não do governo e os participantes saíram dali com a proposta “fechada”.

Em plenário o líder do governo, Gelson Rodrigues, que defendia a votação ontem, errou a digitação e apoiou o adiamento, fato que admitiu logo após sair o resultado no placar eletrônico.

O vereador Joceli Nazari, da base, votou contra o interesse do governo o que contribuiu para o adiamento. A reportagem não conseguiu contato com ele para esclarecer o fato.

O ex-líder do governo Marcelo Achutti, que não participou da reunião prévia com o prefeito, discordou de votar em um projeto extenso e com 13 emendas numa sessão onde haveria uma solenidade, o que encurtaria o tempo de discussão.

Ele tem críticas a artigos do projeto e pretende debater o assunto a fundo na próxima terça-feira.

Votaram a favor do adiamento Gelson Rodrigues (por engano); Aldemar Bola Pereira; Elizeu Pereira; Joceli Nazari; Lepnardo Piruka; Marcelo Achutti; Marcos Kurtz; Moacir Schmidt e Nilson Probst.

Pelo não adiamento votaram Pedro Francez; Arlindo Cruz; Asinil Medeiros; David La Barrica; Juliethe Nitz; Lucas Gotardo; Walter Baldi e Patrick Machado.

O presidente Roberto Souza Jr. só votaria em caso de empate e disse ao Página 3 que optaria por resolver ontem mesmo o projeto.

A disputa principal em torno desse projeto é se os Estudos de Impacto de Vizinhança precisam ou não ser aprovados pela Câmara e se as compensações financeiras pagas pelos interessados devem ter seu destino “carimbado” pelos vereadores.

De qualquer forma a votação de ontem mostrou que o governo tem votos suficientes para aprovar projetos que sejam do seu interesse.


Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade



Publicidade


Publicidade


Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade