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Dengue: SC tem quase sete mil focos, dos quais 571 em Balneário

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Divulgação PMBC

Sexta, 6/4/2018 16:48.

Santa Catarina registrou 6.929 focos do mosquito Aedes aegypti em 132 municipios, do dia 31 de dezembro de 2017 até 31 de março deste ano, segundo boletim divulgado pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC). No mesmo período em 2017 eram 4.208 focos em 116 municipios.

O número de focos em 2018 é 64.7% maior quando comparado ao mesmo período do ano anterior. Hoje são 67 municipios considerados infestados, incremento de 31.8% em relação a 2017. Balneário Camboriú está entre os 67 infestados.

De acordo com o boletim da DIVE/SC 615 casos de dengue foram notificados no Estado no período em questão. Desses, 5 foram confirmados por laboratório; 17 estão inconclusivos; 490 foram descartados e 103 ainda estão sob investigação nos municípios.

Dos casos confirmados, dois são autóctones (transmissão dentro do Estado), ambos residentes em Itapema e três são importados.

Em Balneário

O Programa Municipal de Combate a Dengue, da Vigilância Epidemiológica local, registrou de janeiro até o início deste mês 571 focos. Ano passado, no mesmo período, foram 701.

Segundo o coordenador do programa, Rafael Neis da Silva, a redução significa pouco, porque na prática a situação continua complicada.

“Recebemos muitas reclamações de moradores, denunciam terrenos baldios, calhas sujas, dizem que nunca tinha mosquito nos apartamentos e hoje tem etc, mas nas visitas domiciliares normalmente encontramos situações de risco que o próprio dono não vê, como cisternas sem tampa, caixas d´águas abertas, tampinhas espalhadas no quintal, plantas mantidas em água. É preciso que todos prestem atenção e cuidem dos seus espaços”, disse Rafael.

A prefeitura pensa em fazer uma campanha pedindo que todos invistam na prevenção.

“Se cada morador dispensar 10 minutinhos por semana para cuidar do seu pátio, sua calçada, suas plantas, o lucro será grande para todos”, afirmou Rafael.

O programa trabalha com quase 30 agentes e 119 armadilhas espalhadas pela cidade. O centro, os bairros Nações, Municípios, Iate Clube e Vila Real são pela ordem os mais problemáticos.

A maioria dos focos é detectada nas armadilhas ou em pontos estratégicos, como oficinas, floriculturas, terrenos baldios, onde as pessoas jogam de tudo e ali formam-se poças de água e cada vez que chove viram ponto de risco.


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